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Larissa Piñeiro | Psicanalista

 CRP: 05/83158 

Um espaço para compreender aquilo que insiste, se repete e produz sofrimento. Compreender começa por poder dizer.

O que pode levar alguém a uma análise?

Quando algo se repete

Há situações, escolhas e formas de se relacionar que parecem retornar, mesmo quando se deseja fazer diferente. A análise pode abrir um espaço para escutar o que se produz nessas repetições.

Quando algo não encontra palavras

Há sofrimentos que não chegam como uma questão já formulada. Aparecem antes como angústia, inquietação, mal-estar ou como a sensação persistente de que algo insiste sem ainda poder ser nomeado.

Quando os laços se tornam um impasse

Relações amorosas, familiares ou profissionais podem colocar o sujeito diante de conflitos que se repetem, expectativas difíceis de sustentar ou perguntas sobre o lugar que ocupa diante do outro.

Quando o corpo entra em questão

O corpo também pode se tornar um lugar de exigência, comparação, estranhamento ou insatisfação. A análise pode abrir para uma compreensão sobre o que se produz nessa relação com o próprio corpo e sobre os sentidos que ela adquire na história de cada sujeito.

Quando algo deixa de fazer sentido

Há momentos em que aquilo que antes parecia orientar escolhas e caminhos perde sua evidência. Mudanças, perdas ou impasses podem fazer surgir dúvidas sobre o que se quer e sobre o lugar que se ocupa na própria vida. A análise pode abrir espaço para que essas questões sejam escutadas e elaboradas.

A PSICANALISTA

Retrato profissional de psicóloga e psicanalista em Copacabana

Sou psicóloga formada pela PUC-Rio, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Psicanálise da UERJ e pós-graduanda em Transtornos Alimentares, Psicanálise e Cultura pela ESPE. 

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Ao longo da minha formação como psicanalista, fui me aproximando cada vez mais das questões que envolvem o corpo, a imagem e as formas contemporâneas de sofrimento. Hoje, minha pesquisa se dedica especialmente a compreender como as redes sociais e os imperativos neoliberais atravessam a constituição do corpo e a maneira como cada sujeito se relaciona consigo e com o outro.

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Na clínica, minha escuta também é atravessada pelos imperativos de nossa época e pelas formas que o sofrimento assume na contemporaneidade. Considero esse olhar fundamental para uma prática ética e atenta aos sintomas contemporâneos, sem perder de vista a singularidade com que cada sujeito vive e responde ao seu tempo.

Atendimento

Os atendimentos podem acontecer de duas maneiras: presencialmente, em Copacabana, no Rio de Janeiro, ou online.

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O formato pode ser pensado a partir da rotina e das possibilidades de cada pessoa, sem alterar a seriedade e a continuidade do trabalho clínico.

A primeira sessão

A primeira sessão é um espaço para falar livremente sobre o que levou você a procurar uma análise, sem a necessidade de organizar previamente aquilo que deve ser dito.

É também um momento para nos conhecermos e entendermos, juntas, de que forma o trabalho analítico pode começar a se construir a partir das questões que surgirem nesse encontro.

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